Rapaz, até a língua portuguesa pediu um café forte depois dessa. Lula sancionou a lei que proíbe linguagem neutra em qualquer órgão público do país. Adeus “todes”, “elu” e qualquer outra ‘tentativa’ do servidor de deixar o memorando mais inclusivo do que a própria fila do SUS. Agora é norma culta na veia e sem choro!
A proposta faz parte da tal política de linguagem simples, que promete documentos claros, diretos e sem floreio. Pelo menos, na teoria, o cidadão vai finalmente conseguir entender um formulário sem precisar chamar um tradutor simultâneo. Já a treta da linguagem neutra continua vivíssima nas redes, porque no Brasil até a gramática vira debate nacional!








